Lições da NRF para o varejo

Maior feira mundial voltada ao varejo, a NRF (National Retail Federation) Retail’s Big Show, aconteceu entre os dias 15 a 17 de janeiro, na cidade de Nova York, nos Estados Unidos. É sua 113ª edição e esse ano foi ainda mais marcante por conta da retomada do varejo. A feira contou com exposições, palestras, painéis e um laboratório de inovação e startups. Tudo acompanhado de Varejistas, empresas, profissionais do mercado  e marcas do mundo inteiro. Neste conteúdo, a Wift vem trazer informações e tendências que a feira nos mostrou.

FÍSICO CADA VEZ MAIS FORTE

A feira obviamente  trouxe tecnologia e apresentou Startups. Mas essa tecnologia sempre está voltada para melhorar a experiência do cliente. Um exemplo, foi uma tecnologia voltada para o varejo de moda, onde sua própria imagem é transmitida para uma tela de alta resolução em 3D, onde você consegue se enxergar por inteiro, e com isso, através dessa tecnologia, a ferramenta troca seus looks de vestuário pelas peças que você gostaria de provar. Tudo isso de uma maneira muito divertida e intuitiva, trazendo uma experiência totalmente diferente para o cliente. Nada de passar por uma barreira, que fiscaliza quantas peças você entra no provador e lhe entrega uma placa com esse número para que você devolva ao final. Sem você precisar sair do provador, por não gostar das peças que provou, e com isso tendo que retornar para a sessão da loja para procurar novas peças e você passar pelo mesmo processo mais uma vez. A tecnologia neste caso veio para somar, melhorar muito a experiência do cliente e foi um sucesso na feira. Para encerrarmos sobre tecnologia, o que nos surpreendeu é que não foi falado em Metaverso, NFT, etc. Tecnologia foi encarada de uma forma para ajudar, melhorar, conectar, como o exemplo que citamos aqui.

DADOS

Mais uma vez os dados foram muito abordados e comentados por toda a feira. A importância de você conhecer seu cliente, possibilitando ao varejo trazer mais eficiência , recorrência, experiência e lucro através dele. O varejo que não possui a cultura de coletar dados, está não apenas deixando dinheiro na mesa, mas andando em uma direção totalmente ao contrário do que o varejo global caminha. O CAC( custo de aquisição do cliente ) está cada vez mais caro em todo o mundo, tanto no digital ( Google e Meta ) , quanto em mídias tradicionais. Portanto, quando pensamos em aumentar retenção e faturamento, os dados são fundamentais, até porque através dele, abre-se uma nova janela de oportunidade chamada Indicação.

Fica a reflexão: Você prefere aumentar seus resultados através dos dados e das ações que você pode efetuar através deles ? Ou, não acompanha essa tendência e gasta um valor enorme de capital para adquirir novos clientes ?

PERSONALIZAÇÃO

Falou-se muito nesta palavra. Como personalizar o atendimento do seu cliente. Quando você conhece seu cliente através dos dados, você consegue personalizar uma experiência e jornada específica para ele. Olhando para o nosso mercado, imagine você lojista conseguir extrair do seu banco de dados, quantas mulheres são cadastradas, quantos homens, qual o tipo de atividade física este cliente pratica. Ouvir seu cliente para saber o que ele busca, quais são seus objetivos. Com essas informações a sua disposição, você consegue trabalhar de maneira personalizada e entregar uma experiência muito a frente do que o mercado hoje entrega. 

Sabemos que ter uma cultura de dados não é algo simples de se adotar. Colaboradores que torcem o nariz para abordar um cliente de maneira correta ao solicitar os dados dele no check-out da compra. Clientes que não gostam de passar seus dados pois acham invasivo. Entendemos este tipo de comportamento.

Por isso, nós da Wift contamos com profissionais especializados em varejo de lojas de produtos naturais e suplementos, que estão prontos para ajudar sua equipe de vendas e colaboradores com treinamentos voltados especificamente para este tipo de barreira. Ajudamos nossos clientes a formatarem seus clubes de fidelidade, com comunicação, abordagem da equipe de vendas junto aos seus clientes, enfatizando os benefícios e vantagens dele participar do clube e com isso compartilhar seus dados. Essa cultura e performance, fazem parte do nosso DNA, e estamos prontos para ajudar o mercado a se desenvolver e crescer.

MÍDIA E VAREJO

Os investimentos em marketing não devem acontecer somente no modelo tradicional ou no digital, as lojas físicas se mostram um excelente ponto de divulgação. Cada vez mais comum grandes redes supermercadistas terem exposição de mídia dos fabricantes nas suas lojas, como por exemplo nas gôndolas, no próprio carrinho de compras, nos estacionamentos ou próximo aos caixas/checkout. Um pequeno varejista pode e deve tentar esse tipo de parceria também, pois os fabricantes buscam cada vez mais mídias com custo menor e que estejam presentes no dia a dia do consumidor. As lojas podem propor parcerias com as fábricas para divulgar cada vez mais lançamentos e produtos dentro das lojas, nas vitrines, fachadas, etc. Algo cada vez mais usual são eventos dentro de academias, centro de treinamentos e clubes esportivos. Busque parceria com as fábricas, isso vai ajudar a divulgar as marcas e seus produtos e automaticamente a própria loja.

Esperamos que esse conteúdo seja valioso e útil para todos vocês.

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